A origem da Maratona

A origem da Maratona traz uma grande curiosidade histórica.

Todo esporte tem seu valor, mas quando se fala em Jogos Olímpicos, a Maratona tem um charme diferente. A disputa normalmente encerra a Olimpíada e sua origem tem muito simbolismo. A Maratona surgiu durante as Guerras Médicas, quando gregos e persas disputavam o controle da Ásia Menor e da Península Balcânica. 

Na primeira parte do conflito, os gregos saíram vitoriosos em uma batalha na planície de Maratona no ano de 490 a.c. E havia a necessidade de avisar a população de Atenas o resultado. 

Isso porque os persas teriam jurado violar as mulheres e matar seus filhos quando invadissem Atenas. Com esse temor, a população decidiria colocar fim em suas vidas antes que os Persas chegassem. 

Desta forma, deram um prazo de 24 horas para receber a notícia de vitória. Finalizada a batalha, os Gregos escolheram Pheidippides para levar a mensagem. O soldado então correu aproximadamente 40 km para informar a população. 

Pheidippides teve fôlego apenas para pronunciar a palavra “vencemos” e morreu. Em sua homenagem, passaram a ser realizadas provas de 40 km, com o nome de Maratona. Foi assim inclusive na origem da Maratona nas primeiras edições da Olimpíada da Era moderna

Mudanças da Maratona

No entanto, em 1908, na edição de Londres, a organização decidiu ampliar o percurso, para que a largada ocorresse no Castelo de Windsor, a casa oficial da família real britânica. Ao conferir, constatou-se que a distância ficou em 42,195 Km. O tamanho ainda variou na edição da Antuérpia, na Bélgica, mas a medida da edição de Londres foi padronizada em 1921 para esse esporte. 

Temas relacionados com a Origem da Maratona.

Douglas Nunes

Quem sou eu: Douglas Nunes, Jornalista e Historiador

Sou Douglas Nunes, jornalista formado em 2010 e historiador formado em 2019, criador do Outro Lado da História. Há mais de 15 anos produzo conteúdo sobre história, política e sociedade — e nesse tempo publiquei mais de 400 artigos e vídeos no youtube, e alcancei mais de 1,6 milhão de visualizações com análises críticas sobre o Brasil e o mundo.
Meu trabalho parte de uma premissa simples: a história oficial raramente conta tudo. Há interesses, silêncios e perspectivas apagadas que mudam completamente a leitura dos acontecimentos — e é exatamente isso que busco revelar aqui.

Formação Acadêmica
Jornalismo — concluído em 2010
História — concluído em 2019
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0819713762694430

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Ao longo da carreira, passei por redações e projetos de comunicação de grande relevância:

Jornal O Dia — Reportér
Brasil Econômico — Repórter
Escola Zico 10 — Assistente de Comunicação

Essa trajetória diversificada me deu uma visão ampla sobre como narrativas são construídas — e como podem ser questionadas.

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