Origem da Páscoa

Origem da Páscoa

Você sabe qual a origem da Páscoa? É claro que a versão de relembrar a crucificação, morte e ressurreição de Cristo é a que vem na cabeça de todos. No entanto, a Páscoa é bem mais antiga do que esta tradição do Cristianismo e isso explica inclusive porque não há uma data fixa para a celebração.

Por que a data da Páscoa varia?

Isso porque a data é definida com base nas fases da Lua. Com isso, a Páscoa acontece no primeiro domingo após a primeira lua cheia que ocorre após o equinócio da primavera no hemisfério norte. Este equinócio ocorre em torno de 20 ou 21 de março. Devido ao calendário lunar, a Páscoa pode cair entre 22 de março e 25 de abril.

E isso acontece porque muitos povos antigos tinham celebrações do tipo. Para diversas civilizações, era comum ver os solstícios e os equinócios como algo sagrado, principalmente pelo impacto nas plantações e colheita.


Influências Pagãs e a Páscoa

Desta forma, muitas civilizações faziam celebrações a Deuses. Os Romanos, por exemplo, faziam festa à Deusa Réia ou Cibele. Já os egípcios celebravam Osíris.

Porém, a festa dos povos germânicos é que tem talvez a maior influência na Páscoa. Isso porque havia o culto à Eostre, Deusa da Primavera, da Fertilidade e do Renascimento. Também conhecida como Ostara.

Os germânicos e celtas faziam celebrações exatamente na mesma época da Páscoa e usavam como símbolos o ovo e o coelho, exatamente por representarem o renascimento e a fertilidade. A tradição inclusive contava com a troca de ovos decorados e brincadeiras para achá-los.

Com o processo de conversão de povos germânicos pagãos, o Cristianismo apropriou-se de diversos elementos da cultura desses povos e passamos a ter a Páscoa da forma que vemos hoje.


Ovos de Páscoa: Origem e Significado

Você sabe por que damos ovos de chocolate na Páscoa?

Para muitos povos antigos, o ovo era um símbolo de renascimento. Porém, a ligação com a Páscoa vem de uma festa pagã dos povos germânicos, que celebravam a Deusa Eostre. Durante as festas, além de representações com ovos, havia também brincadeiras de encontrar ovos e também presentear. Muitos eram pintados e decorados.

Com o processo de conversão de povos germânicos pagãos, o Cristianismo apropriou-se de diversos elementos da cultura desses povos. Além do simbolismo do renascimento, o ovo também era marcante para a Páscoa porque era o dia que voltava o consumo do produto.

Já a versão de chocolate só veio no século XVIII, quando confeiteiros franceses tiveram a ideia de fazer chocolates no formato de ovos para presentear. No começo, ter ovos de chocolate era artigo de luxo, pois era iguaria cara.

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Destaques sobre a Origem da Páscoa

  • A data da Páscoa é definida com base no calendário lunar.
  • Povos germânicos e celtas celebravam a Deusa Eostre, com ovos e coelhos como símbolos.
  • O Cristianismo incorporou muitos elementos das festas pagãs.
  • Ovos de Páscoa simbolizam renascimento e fertilidade.
  • O chocolate como presente de Páscoa surgiu apenas no século XVIII.

FAQ sobre a Origem da Páscoa e seus Símbolos

1. Por que a Páscoa é comemorada em datas diferentes a cada ano?
Porque a data é definida com base nas fases da lua e no equinócio da primavera, criando variações entre 22 de março e 25 de abril.

2. Qual a origem dos ovos de Páscoa?
Eles vêm de tradições pagãs germânicas ligadas à fertilidade e ao renascimento, depois apropriadas pelo Cristianismo.

3. Quando surgiu o ovo de chocolate?
No século XVIII, quando confeiteiros franceses começaram a moldar chocolates em formato de ovos.

Vídeo sobre a Origem da Páscoa

Douglas Nunes

Quem sou eu: Douglas Nunes, Jornalista e Historiador

Sou Douglas Nunes, jornalista formado em 2010 e historiador formado em 2019, criador do Outro Lado da História. Há mais de 15 anos produzo conteúdo sobre história, política e sociedade — e nesse tempo publiquei mais de 400 artigos e vídeos no youtube, e alcancei mais de 1,6 milhão de visualizações com análises críticas sobre o Brasil e o mundo.
Meu trabalho parte de uma premissa simples: a história oficial raramente conta tudo. Há interesses, silêncios e perspectivas apagadas que mudam completamente a leitura dos acontecimentos — e é exatamente isso que busco revelar aqui.

Formação Acadêmica
Jornalismo — concluído em 2010
História — concluído em 2019
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Trajetória Profissional
Ao longo da carreira, passei por redações e projetos de comunicação de grande relevância:

Jornal O Dia — Reportér
Brasil Econômico — Repórter
Escola Zico 10 — Assistente de Comunicação

Essa trajetória diversificada me deu uma visão ampla sobre como narrativas são construídas — e como podem ser questionadas.

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