Os coretos de subúrbio

Quem vai bagunçar o coreto?  Talvez uma parcela da população sequer sabe o que é um coreto ou já viu um. Criados na Europa, os primeiros no Rio de Janeiro foram construídos no final do século XIX. Eram estruturas circulares ou hexagonais, que ficavam em diversas praças.

Os coretos foram levantados especialmente no subúrbio carioca e eram muito utilizados especialmente nos festejos de carnavais. Recebiam enfeites, apresentações e eram alvos de competições entre os participantes, tudo isso patrocinado por pequenos comerciantes locais. 

Isso ocorria em diferentes bairros, como Madureira, Bangu, Cascadura entre outros.O Rio de Janeiro chegou a ter 24 espalhados por toda a cidade. Aparecendo principalmente em locais que no começo do século XX ainda não contavam com cinemas, teatros e outras opções de lazer. 

Além do carnaval, os coretos também recebiam muito destaque por causa da política, sendo usados para discursos. Desses dois momentos surgiram expressões que são populares no Rio de Janeiro. “balançar o coreto”, que era quando o público protestava contra os políticos e “bagunçar o coreto”, quando bêbados ou uma turma mais bagunceira atrapalhava o andamento das apresentações nos coretos.  

Douglas Nunes

Quem sou eu: Douglas Nunes, Jornalista e Historiador

Sou Douglas Nunes, jornalista formado em 2010 e historiador formado em 2019, criador do Outro Lado da História. Há mais de 15 anos produzo conteúdo sobre história, política e sociedade — e nesse tempo publiquei mais de 400 artigos e vídeos no youtube, e alcancei mais de 1,6 milhão de visualizações com análises críticas sobre o Brasil e o mundo.
Meu trabalho parte de uma premissa simples: a história oficial raramente conta tudo. Há interesses, silêncios e perspectivas apagadas que mudam completamente a leitura dos acontecimentos — e é exatamente isso que busco revelar aqui.

Formação Acadêmica
Jornalismo — concluído em 2010
História — concluído em 2019
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0819713762694430

Trajetória Profissional
Ao longo da carreira, passei por redações e projetos de comunicação de grande relevância:

Jornal O Dia — Reportér
Brasil Econômico — Repórter
Escola Zico 10 — Assistente de Comunicação

Essa trajetória diversificada me deu uma visão ampla sobre como narrativas são construídas — e como podem ser questionadas.

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