O Frevo e a ligação com a Capoeira. 

O Frevo tem origem em Recife, Pernambuco, no século XIX, e tem uma ligação com a Capoeira. O nome vem do verbo “ferver”, devido ao ritmo acelerado. Seu surgimento tem total ligação com a classe trabalhadora da cidade. 

Isso porque com o Entrudo proibido, uma prática festiva mais antiga, as classes trabalhadoras se organizaram em clubes e blocos carnavalescos. O número de participantes cresceu rapidamente por isso ocorrer em um período pós-abolição.

As pessoas saiam as ruas ao som das bandas ou orquestras de metais. Que depois viraram as marchas carnavalescas, mais tarde conhecidas como marchas pernambucanas e, finalmente, por frevo. Este nome só apareceria pela primeira vez em 1907.

Origem do Maracatu

Enquanto gênero musical, o Frevo surge da influência da quadrilha, do dobrado, da polca, do maxixe, da valsa e do tango. Já a dança associada tem como base o gingado da capoeira. 

Isso porque na origem desses clubes, os capoeiristas acompanhavam protegendo as orquestras de ataques de agremiações rivais. Com o tempo, as agressões cessaram, mas a ginga e a roda que se forma para dançar ficaram como heranças desse período. 

Outra herança é a sombrinha do frevo. Na ocasião, era comum as pessoas saírem com chapéu de sol para se protegerem do sol. E como os porretes eram proibidos, os capoeiristas usavam guarda-chuvas com pontas afiadas para protegerem os membros da orquestra. Com o tempo, o público começou a enfeitar o guarda-chuva, até chegar a sombrinha que vemos hoje. 

Douglas Nunes

Quem sou eu: Douglas Nunes, Jornalista e Historiador

Sou Douglas Nunes, jornalista formado em 2010 e historiador formado em 2019, criador do Outro Lado da História. Há mais de 15 anos produzo conteúdo sobre história, política e sociedade — e nesse tempo publiquei mais de 400 artigos e vídeos no youtube, e alcancei mais de 1,6 milhão de visualizações com análises críticas sobre o Brasil e o mundo.
Meu trabalho parte de uma premissa simples: a história oficial raramente conta tudo. Há interesses, silêncios e perspectivas apagadas que mudam completamente a leitura dos acontecimentos — e é exatamente isso que busco revelar aqui.

Formação Acadêmica
Jornalismo — concluído em 2010
História — concluído em 2019
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0819713762694430

Trajetória Profissional
Ao longo da carreira, passei por redações e projetos de comunicação de grande relevância:

Jornal O Dia — Reportér
Brasil Econômico — Repórter
Escola Zico 10 — Assistente de Comunicação

Essa trajetória diversificada me deu uma visão ampla sobre como narrativas são construídas — e como podem ser questionadas.

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