Mudanças climáticas e efeitos

Nos últimos anos você tem escutado falar muito sobre Mudanças climáticas. Isso acontece porque ao longo de cada ano, sempre estamos vendo tragédias provocadas pelo clima. A depender do momento que você esteja vendo este episódio pode ser no Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco ou qualquer outro Estado. 

Isso acontece porque as mudanças climáticas afetam a todos e porque de maneira geral, os governos estão fazendo muito pouco ou dependendo do estado ou cidade, não estão fazendo nada para se prevenir das tragédias. 

As mudanças climáticas nós afetam de diversas formas. E o principal motivo para isso é que a temperatura da Terra está aumentando. Segundo estudos, nos últimos 150 anos, a temperatura do planeta aumentou cerca de 0,2ºC a cada década.  

Aumento da temperatura

De acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), até 2100, a temperatura global sofrerá um aumento entre 1,8°C e 4°C, o que é considerado extremo e de consequências catastróficas.

Isso obviamente gera aquele calor extremo que você tem sentido cada vez mais. Que por mais que usem fotos de praias lotadas, no geral, isso afeta a saúde e causa morte de quem está exposto a esse calor extremo. 

Na outra ponta, esta temperatura alta que também é responsável pelas fortes chuvas, que também estão batendo recordes ano após ano. 

Isso porque, conforme as temperaturas aumentam, mais umidade evapora, gerando essas chuvas. Que devido ao alto volume causam as inundações e tragédias que estamos vendo.

Causas das mudanças 

Mas o ponto principal é que este cenário não acontece por acaso. O clima não está desta forma por um simples azar ou um fenômeno da natureza inexplicável. Na verdade está totalmente ligado com o que é feito na terra. 

Desde a Revolução Industrial, o clima mudou devido as toneladas de dióxido de carbono e outros gases poluentes lançados à atmosfera pelas fábricas e automóveis.

Esses gases possuem a capacidade de absorver radiação solar, evitando que todo o calor que chega até a superfície terrestre retorne ao espaço. Com o aumento desses gases, há um aprisionamento de calor, elevando assim a temperatura.

Ou seja, a forma que o Mundo adota em maior escala para geração de energia, com carvão, petróleo e gás, a queima excessiva de combustíveis fósseis para fabricação de produtos e desmatamento florestal, muitas das vezes ilegal, que gera tudo isso.

E embora todos estejam no mesmo planeta, há também desigualdade no impacto destas mudanças climáticas. 

Primeiro porque os países mais ricos são responsáveis por 86% das emissões desses gases. Em contrapartida, os países mais pobres são os que estão mais vulneráveis aos desastres provocados por essas mudanças climáticas.

E isso também vale para o Brasil. Por mais que muitas das vezes, áreas nobres também sejam afetadas. É normalmente a população mais pobre que é atingida de forma mais grave. 

No calor, por não ter um planejamento ambiental com reflorestamento e ser cercado de cimento. As arvores chegam a reduzir 3º C a temperatura do local. 

E em período de chuvas por não ter rede de esgoto ou um projeto de escoamento da água acumulada.

Desta forma, na hora de escolher seu voto para qualquer cargo político, é fundamental questionar qual atenção ele vai dar para esta pauta. Porque a tendência, infelizmente é que cenários de tragédia sejam cada vez mais mais frequentes.

Douglas Nunes

Quem sou eu: Douglas Nunes, Jornalista e Historiador

Sou Douglas Nunes, jornalista formado em 2010 e historiador formado em 2019, criador do Outro Lado da História. Há mais de 15 anos produzo conteúdo sobre história, política e sociedade — e nesse tempo publiquei mais de 400 artigos e vídeos no youtube, e alcancei mais de 1,6 milhão de visualizações com análises críticas sobre o Brasil e o mundo.
Meu trabalho parte de uma premissa simples: a história oficial raramente conta tudo. Há interesses, silêncios e perspectivas apagadas que mudam completamente a leitura dos acontecimentos — e é exatamente isso que busco revelar aqui.

Formação Acadêmica
Jornalismo — concluído em 2010
História — concluído em 2019
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0819713762694430

Trajetória Profissional
Ao longo da carreira, passei por redações e projetos de comunicação de grande relevância:

Jornal O Dia — Reportér
Brasil Econômico — Repórter
Escola Zico 10 — Assistente de Comunicação

Essa trajetória diversificada me deu uma visão ampla sobre como narrativas são construídas — e como podem ser questionadas.

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