A Cultura Bantu no enredo da Mangueira

A Mangueira traz o enredo “À Flor da Terra – No Rio da Negritude Entre Dores e Paixões”, que traz a Cultura bantu para o desfile de escolas de samba.

A importância do tema é porque aborda o maior grupo de africanos trazidos para o Brasil. Durante o brasil, vieram para cá grupos de sudaneses, guinenos-sudaneses muçulmanos e Bantus.

E o grupo mais numeroso foi o de Bantus, representando 80%. Eles eram de Angola, Zaire e Moçambique e aqui chegavam para serem escravizados no Maranhão, Pará, Pernambuco, Alagoas, Rio de Janeiro e São Paulo.

Portanto, por serem maiorias e foram tão espalhados, causaram grande influência no que vivemos até hoje. Seja com influências na culinária, com quiabo, jiló, gengibre, feijão fradinho. Na inclusão de palavras, como dendê, caçula, corcunda, cachimbo, marimbondo, moleque. E também no sotaque, distanciando da forma que o Português é falado em Portugal. 

Através das pessoas de etnia Bantu que também se seguiu o culto aos orixás e o nascimento da Umbanda. No Rio de Janeiro, se estabeleceram principalmente na Gamboa, Saúde e Santo Cristo após a abolição da Escravidão, formando o que é conhecido como “Pequena África”.

No desfile da Mangueira, essa história será dividida em setores. Começará com a travessia dos negros escravizados da África para o Rio, a construção das Casas de Zungu, que eram locais de resistência, e o samba e o funk, como produtos dessa herança africana. 

Quando surgiram os desfiles de escolas de samba

Douglas Nunes

Quem sou eu: Douglas Nunes, Jornalista e Historiador

Sou Douglas Nunes, jornalista formado em 2010 e historiador formado em 2019, criador do Outro Lado da História. Há mais de 15 anos produzo conteúdo sobre história, política e sociedade — e nesse tempo publiquei mais de 400 artigos e vídeos no youtube, e alcancei mais de 1,6 milhão de visualizações com análises críticas sobre o Brasil e o mundo.
Meu trabalho parte de uma premissa simples: a história oficial raramente conta tudo. Há interesses, silêncios e perspectivas apagadas que mudam completamente a leitura dos acontecimentos — e é exatamente isso que busco revelar aqui.

Formação Acadêmica
Jornalismo — concluído em 2010
História — concluído em 2019
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0819713762694430

Trajetória Profissional
Ao longo da carreira, passei por redações e projetos de comunicação de grande relevância:

Jornal O Dia — Reportér
Brasil Econômico — Repórter
Escola Zico 10 — Assistente de Comunicação

Essa trajetória diversificada me deu uma visão ampla sobre como narrativas são construídas — e como podem ser questionadas.

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