Porque bandeiras da África tem cores parecidas?

Para quem gosta de bandeiras, seja pelas aulas de geografia ou pela Copa do Mundo, já deve ter reparado que muitos países africanos contam com modelos parecidos, mais precisamente com as mesmas cores. E isso está ligado a um contexto histórico que você vai ver aqui.

Ao todo, 13 países africanos reúnem o verde, o amarelo e o vermelho em suas bandeiras. Não é que tem uma ou duas dessas cores e sim todas as três. 

O motivo disso está exatamente na resistência africana à colonização. O Continente foi praticamente todo dominado no século 18 por portugueses, franceses, holandeses entre outros.

Uma das poucas exceções foi a Etiópia. O povo etíope resistiu bravamente a esse domínio. E na Guerra de resistência, o Imperador da época Menelik II hasteou a bandeira com as cores que, para ele, representava o arco-íris que Deus colocou no céu após o dilúvio representado na bíblia. 

Este foi um dos marcos do fim da primeira guerra entre Etiópia e Itália. Com isso, os demais países africanos, ao lutarem pela independência, usavam as cores da Etiópia para representar este momento. 

As cores das bandeiras africanas também carregam uma simbologia. O vermelho em homenagem aos guerreiros que derramaram o sangue em batalha, o amarelo pelas riquezas do continente e o verde representando a mata e a esperança. 

Douglas Nunes

Quem sou eu: Douglas Nunes, Jornalista e Historiador

Sou Douglas Nunes, jornalista formado em 2010 e historiador formado em 2019, criador do Outro Lado da História. Há mais de 15 anos produzo conteúdo sobre história, política e sociedade — e nesse tempo publiquei mais de 400 artigos e vídeos no youtube, e alcancei mais de 1,6 milhão de visualizações com análises críticas sobre o Brasil e o mundo.
Meu trabalho parte de uma premissa simples: a história oficial raramente conta tudo. Há interesses, silêncios e perspectivas apagadas que mudam completamente a leitura dos acontecimentos — e é exatamente isso que busco revelar aqui.

Formação Acadêmica
Jornalismo — concluído em 2010
História — concluído em 2019
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/0819713762694430

Trajetória Profissional
Ao longo da carreira, passei por redações e projetos de comunicação de grande relevância:

Jornal O Dia — Reportér
Brasil Econômico — Repórter
Escola Zico 10 — Assistente de Comunicação

Essa trajetória diversificada me deu uma visão ampla sobre como narrativas são construídas — e como podem ser questionadas.

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